quarta-feira, 21 de junho de 2017

5 REQUISITOS PARA A ESCOLHA DE UMA PROMOTORA


Ao longo do ano é um dado recorrente, as marcas utilizarem promotoras em feiras ou mesmo na entrada do ponto de venda de forma a dar a cara por um momento ou produto novo. Quando o bom tempo regressa é mais propício para acções no exterior. No entanto, e de forma transversal terá que ter a melhor promotora de forma a aumentar os rácios de eficiência a que se propôs quando delineou a estratégia de marketing ou comunicação, para aquela acção em concreto.

1. APARÊNCIA
A beleza é o requisito primário. Desde a simples presença a uma postura mais activa, o consumidor tem que sentir naquela pessoa a marca, pelo que começa pelo facto de ver uma pessoa minimamente bonita. Quem não se lembra das hospedeiras da Valvoline?
Neste contexto a beleza é tudo. A sua presença leva à pesquisa da marca com o pensamento “Deixa ver o que isto é..?”

Valvoline
2. ARGUMENTAÇÃO
Na maioria dos casos e no contacto com o público será necessário verificar se a promotora tem capacidade de argumentação, após a leitura do briefing e conhecimento do produto ou serviço da marca. É importante que consiga abordar os pontos essenciais e leve o cliente ao objectivo proposto, sem que seja invasiva. Se for aborrecida poderá ser mau para a marca.

3. SENTIDO DE HUMOR
Outro dos requisitos que poderá ser interessante é o humor, uma pessoa bem-disposta é capaz de atrair com positividade o mundo. Depois há sempre aqueles potenciais clientes “espertinhos” que gostam de se meter com o promotor(a), e este(a) tem de estar à altura.

4. COMERCIAL
Para o 4º requisito escolhemos o lado comercial, há acções que exigem mais um pouco e além de ter todos os pontos anteriores, requer que a pessoa em causa seja envolvente. Praticamente que deixe caminho aberto para uma boa compra do cliente.

Rede de Judiarias
5. PROTOCOLO
Por último, o requisito dos requisitos. Para um evento de excelência será necessário que o promotor assuma um papel, estude o papel e o represente na perfeição. Não necessita de ser actor, mas sim respeitador, do protocolo a que aquele evento está dedicado.
A confiança, assertividade e dedicação para este requisito é fundamental e a escolha tem que assentar em pleno nestas características para que tudo corra a 100%.

Está pronto(a) para escolher a sua hospedeira ou promotora?

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quarta-feira, 14 de junho de 2017

LEVAR O TED PARA A EMPRESA


Com o verão à porta, verifica-se uma excelente oportunidade em proporcionar um dia de trabalho diferente aos seus colaboradores, mas não um dia qualquer. O factor motivacional e a activação intelectual poderão ser os motores do evento outdoor a realizar. Preferencialmente, opte por um dia fora do escritório. Optar por uma actividade fora do contexto de trabalho, mas que lá no fundo optimize certas fraquezas internas poderá ser o caminho mais certeiro.
Hoje em dia, e cada vez mais, as empresas preocupam-se com o bem-estar dos seus colaboradores e tentam de uma maneira geral proporcionar certas actividades disruptivas que possam gerar motivação no local de trabalho.
É certo que a empresa, para a grande maioria, é a primeira casa, é onde passam mais tempo e como tal têm que se sentir bem e progredir de forma sustentada, dentro das suas capacidades ou valências.

Fonte: saldopositivo

O Evento
Certo é que cada caso é um caso, e este trabalho deve ser personalizado o mais possível para potenciar o grupo. O que nós dizemos levar o “TED” para a empresa é levar conceitos de empreendedorismo, que potenciem novas ideias, novos mercados ou novos produtos e gerem negócio e uma mais-valia para a empresa.
Através de jogos ou um modelo de conferência improvável, por exemplo no meio de um jogo de paintball poderá ser bastante interessante. Mas outras modalidades ou actividades poderão surgir e adaptar ao pretendido.

O Dia
O ideal será um dia da semana, para que tenha uma participação geral.
Por outro lado, deverá ser uma data cuja probabilidade aponte para bom tempo.

O Programa
Este é o ponto mais importante, para passar organização para a equipa tem que proporcionar um dia organizado, de preferência uma equipa externa para que a participação seja total.
No programa deverá estar sublinhado todos os pontos que pretende que sejam abordados e que efeitos poderão ser gerados. Para que depois faça o levantamento dos resultados, no futuro.

No fim, faça uma lista dos participantes e coloque variáveis actuais e passado 1 ou 2 meses volte a avaliar cada colaborador com as mesmas variáveis.

Surpreenda-se!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

AS 4 GRANDES TENDÊNCIAS PARA PROJECTOS DE INTERIOR



O ano de 2017 está a ser um ano forte para a economia Portuguesa e isso leva-nos a aumentar a esperança mas também o nosso orgulho. Quando nos sentimos bem, sentimos que podemos ter nas mãos grandes projectos e grandes ideias de negócio.
Grande parte dessas ideias obedecem a uma estrutura local, através de um escritório ou um espaço comercial que pretendemos que seja interessante, diferenciador e que fique retido na mente de quem se submete à experiência.
As 4 tendências que nos preenche de forma estratégica, começa com:

1. USO DO AMARELO
O amarelo é uma cor extremamente chamativa, envolvente e que reflecte luz, dando ao espaço vida e torna-o mais comercial se for o caso.
Se nesse dia o sol brilhar vai ver que o dobro das pessoas vai entrar no seu espaço ou mais inspiração irá surgir, caso seja um escritório.

 Azulejos, Joana Vasconcelos

2. APLICAÇÃO DE AZULEJOS
Os azulejos são elementos muito nossos, se perderam no tempo, mas agora estão a ser reactivados e valorizados, através de um novo padrão decorativo, com um valor acrescentado se foram pintados à mão, transformam-se numa peça de arte.

3. VINTAGE
As peças vintage vão ao encontro do ponto anterior, cada vez mais valorizadas, uma peça pode fazer a diferença num ambiente contemporâneo.

4. CUNHO PESSOAL
Acrescentar algo seu ao ambiente será mais familiar, o visitante vai sentir que o acarinho e preparou algo diferente para lhe agradar ou tornar o seu dia mais icónico. O que ele não sabe é que estamos a falar de possíveis reaproveitamentos. Chiuuu! Não diga isso…

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

AS 3 MEDIDAS PARA UMA ACÇÃO DE VERÃO

Esta é altura em que as marcas se debruçam nos briefings e brainstormings para desenvolver uma acção actual, tendência e que apoie toda uma dinâmica interactiva com o seu público.
Recorrendo à análise interna do seu plano de comunicação existem alguns pontos que devem ser lembrados e nunca dissociados, porque poderá ser fatal para uma acção insuficiente ou nula em termos de retorno. Nunca esquecendo que o retorno poderá ser avaliado em vendas ou notoriedade, nem todas as acções devem ser vistas como acções com propósito comercial, talvez a notoriedade será o ponto mais importante para chegarmos ao escoamento de stock.
Quais são estes pontos?
O seu target, o seu marketing mix e a sua análise swot, são alguns pontos-chave, que ajudarão à decisão das 5 medidas. São elas:


1. A ESCOLHA DE UM LOCAL

O local é por excelência a peça fulcral para o sucesso ou insucesso da acção.
Saber onde o seu público está poderá variar desde a actuação junto ao ponto de venda, passando pela praia, ponto turístico ou, por exemplo, grandes eventos de verão.
Dentro destas hipóteses dever-se-á sempre estudar probabilidades e medidas de contingência para que o ponto-chave seja rentabilizado. Ou seja, ter um plano B pode ser útil!

2. OS ELEMENTOS DE COMUNICAÇÃO

Neste tipo de iniciativas, recorrer a uma promotora ou uma animação especializada é mais recorrente, porém existem outras formas. Hoje em dia com as redes sociais ou passatempos no website um elemento de marketing de guerrilha, por exemplo, poderá criar impacto.
Caso opte por uma promotora os seus adereços e elementos de comunicação são essenciais para criar mancha no local, atraindo olhares e interesse.


3. INTERACÇÃO

Hoje em dia, não basta colocar uma promotora no calçadão a entregar flyers. O consumidor está à espera de ser surpreendido ou desafiado pela marca. Um bom jogo cognitivo poderá ganhar uma legião de fãs e estes tornarem-se um bom comercial da marca.
Pegando no mote do ponto anterior um passatempo, jogo ou dinâmica que envolva os meios de comunicação da marca poderá ser um bom método para fidelizar e reter o seu consumidor para uma comunicação a longo prazo. O que, no fundo, as marcas mais apreciam, a fidelização.

Anotou as 3 medidas? Que saia daí uma bela acção de verão!

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

ECO DESIGN A PREOCUPAÇÃO DOS TEMPOS MODERNOS

É inevitável e cada vez mais usual, no nosso dia-a-dia, encontrarmos movimentos, ideias, produtos, etc., com um cariz ecológico associado. Mas isto não surge por acaso, acontece muito por causa de uma geração revolucionária e muito mais consciente que pensa não numa casa mas no planeta como a nossa casa.


Estamos a falar da Geração Y ou mais conhecida como os “Millennials”, extremamente preocupada com as questões ambientes, e já não tem o foco no desperdício mas sim da não utilização de materiais que coloquem em causa a pegada ecológica. Então as marcas acompanham esta necessidade de identificação e potenciam ferramentas de culto para esta geração e gerações seguintes.
Estamos a falar da Procter & Gamble, por exemplo, que desenvolveu uma embalagem que dita o tempo de banho para que não haja um consumo de água nocivo para a sociedade.

Recorrendo a uma ampulheta criteriosamente colocada na embalagem, esta faz a medição adaptada à utilização do shampoo. Quando começa o banho vira a tampa para baixo, o tempo começa a contar, utiliza a quantidade certa de shampoo, continua com a tampa para baixo e quando desliga a água é só voltar a virar a embalagem para a posição inicial e verificar se cumpriu o seu dever. Não é uma excelente ideia e uma excelente ferramenta “Millennial”?

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

CULTURA NOS ESPAÇOS PÚBLICOS A CUSTO ZERO

Hoje o tema que nos leva a escrever poderá ser associado a “recordação”, “talento”, “música”, “momentos marcantes”, etc. E não estamos a falar do Got Talent, X-Factor nem do Ídolos, algo bem mais simples e discreto.

Quantos de nós já se depararam, em determinados espaços públicos, tais como, por exemplo, a zona de embarque dos Aeroportos, num piano por vezes solitário ou com futuros passageiros corajosos a “dar cartas” no teclado?! Pois bem, poderemos considerar que este acto do aeroporto ou de quem teve a ideia é de facto uma excelente ideia… Pense bem. Quem ouve ou quem toca, não irá ter mais tarde um acto de recordação? É bem provável!


A este movimento chamamos-lhe cultura a custo zero. Certo que o piano teve o seu custo mas a utilidade e o charme é tanto que rapidamente será amortizado.

Ninguém tem dúvida que a música tem a capacidade de nos levar para um imaginário incrível e totalmente emocional e se a pessoa que teve coragem de tocar for boa “temos um espetáculo” sem pagar bilhete, quanto mais não seja para aquele espetáculo em específico. Certo que pode gerar constrangimentos, mas quem é que tem a coragem de ter uma multidão a olhar para ele e gerar descontentamento? Certamente que quem se sentará para tocar piano será uma pessoa confiante e 100% solidária.

Hoje em dia, ter um consumidor culto poderá ser meio caminho andado para um posicionamento, para gerar procura ou simplesmente criar um momento bem passado, e não se esqueça, neste caso a custo zero!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

4 TENDÊNCIAS DE PACKGING E DA SUA COMUNICAÇÃO

Num mundo em constante mudança e reforma, cada vez mais com o objectivo na preservação e ao mesmo tempo na rentabilidade e viabilidade económica, muitas marcas conseguiram organizar-se e já estão com lançamentos, para 2017, com produtos que visam “vestirem-se” de forma mais consciente. Por outro lado a sua comunicação tende a ser mais vistosa e vibrante.

Quando falamos em vestir produtos, estamos naturalmente a falar do seu packaging. E o que é isto de Packaging consciente?

As primeiras duas tendências e as mais conscientes representam um mundo melhor e mais responsável pelo meio que nos rodeia, com a vertente “eco” e a vertente saúde bem patentes.


O Eco é uma tendência em crescimento pois cada vez mais se utilizam embalagens biodegradáveis ou recicladas. Por exemplo, sabia que as embalagens de alimentos são um dos maiores poluidores pelo excesso de resíduos nos aterros e oceanos? Pois é…e por isso destacamos esta atitude responsável do designer Felix Pottinger que se lembrou de fazer uma embalagem para alimentos biodegradável feita com ervas marinhas, especialmente pensadas para a indústria alimentar. Como poderá ver na imagem.

Outra das tendências é precisamente a preocupação pela saúde e dessa forma a embalagem terá que representar isso mesmo através de uma comunicação focada, em que os claims passam a ser os nutrientes, as calorias e a percentagem de quão natural é o produto.


Já na 3ª tendência encontramos algo curioso e bem pensado. As medidas do vestuário viram inspiração para texturas e outros segmentos de produtos. Por exemplo um sumo ou um leite mais ou menos concentrado poderá ter na sua embalagem as letras S M e L com o tamanho/concentração assinalada S, M ou L correspondente. Por exemplo S para uma baixa concentração e L para uma concentração maior de frutas. A textura também poderá ser referenciada através de pontos de relevo menores ou menores como podemos ver na imagem.


Por último, temos a tendência de cores fluorescentes, que especialmente estão adaptadas a produtos mais noctívagos, como é o caso das cervejas Haudegen aqui ilustradas. Com base escura tende a realçar à noite o que verdadeiramente importa, portanto, estamos a falar de uma embalagem adaptada e visivelmente feita para saltar aos olhos dos consumidores.

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

OS 3 LÍDERES DE OPINIÃO PORTUGUESES MAIS INFLUENTES PARA AS MARCAS

É impossível não falar deles e não passar um dia sem que algo ou alguém os refira. A sua notoriedade nacional e internacional atinge um valor espantoso e possivelmente imbatível na próxima década. São o verdadeiro sonho das marcas uma vez que irão potencia-la e render milhões com a sua presença ou ainda mais com o seu nome associado.

Fonte: Hiper FM
Na moda estamos a falar de Sara Sampaio, segundo a Marktest esta reúne a preferência de cerca de 35% dos portugueses e a nível internacional é está no Top Sexiest Models. Sem dúvida uma individualidade credível e referência para biliões de terrestres. Tudo que Angel da Victoria’s Secret vestir ou declarar como marca da sua confiança será certamente um sucesso de vendas.

Outra das figuras públicas a destacar é o Ricardo Araújo Pereira, o humorista dá o “bom dia” a todos os portugueses com a sua “Mixórdia de Temáticas” na Rádio Comercial, foi um dos mentores do Gato Fedorento e também recentemente uma das figuras de destaque da MEO.


Quem não o recorda? Quem nunca o ouve? Ninguém fica verdadeiramente indiferente e apesar de o próprio referir que o humorista não é trendy ou suficientemente uma figura que transporta as pessoas para um imaginário idílico por desmascarar e desconstruir a sociedade, consegue divertir, consegue verdadeiramente proporcionar um momento único com grande probabilidade de recordação. Então, para uma marca o registo deverá ser esse mesmo, humorístico. Muito provavelmente o Ricardo Araújo Pereira será o artista ideal para o lançamento de uma marca, uma vez que vai conseguir entrar em casa das pessoas de forma descontraída.

Fonte: Goal.com
E porque os últimos são sempre os primeiros, falamos do português mais falado de sempre, bate todos os records, de dia para dia, e até já tem uma galáxia com a sua marca. Não sabemos se há vida nessa galáxia, até porque está a 12,9 mil milhões de anos-luz, mas sabemos sim que o nosso CR7 dá muita vida a muitas marcas. Segundo o IPAM, o actual rosto da MEO, “é o futebolista com maior notoriedade, nacional e internacional, atingindo 94 pontos numa escala de 0 a 100”. É verdadeiramente incrível, até porque as variáveis são exigentes e provêm do Sports Reputation Index que o avalia em 6 dimensões: Receitas, Media, Web, Palmarés, Social e Impacto.
Resta agora avaliar os custos e apostar numa figura de referência para apadrinhar ou amadrinhar a sua marca. As vantagens são evidentes e certamente que tornarão a sua marca num verdadeiro astro de nível mundial.

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

UMA BOA COMPOSIÇÃO TIPOGRÁFICA, PARA UM MOMENTO MARCANTE

A escrita não foi o veículo de comunicação original do ser humano, mas é um elemento que perdura e nunca mais foi substituído por uma forma mais evoluída, até hoje.
Certo que algumas tendências e ventos de mudança se aproximam, mas não é isso que vamos falar hoje. Curioso(a)? Então continue a ler este texto, prometemos que não se vai arrepender e até poderá ter uma ideia para desenvolver connosco, senão encarregue-nos disso.

designschool.canva.com

Uma das grandes tendências de comunicação é o uso do meio de comunicação mais natural para fazer chegar uma mensagem clara, chave e objectiva.
O uso da tipografia, com a composição de objectos e linhas gráficas que se transformam em letras, é uma estratégia de comunicação bem conseguida, para criar uma interacção visual. O consumidor, ou neste caso o leitor poderá ter reacções bastante díspares, desde achar piada, identificar um elemento que nunca o imaginou “assim”, a até mesmo começar a fazer associações mentais futuras relacionadas com a imagem à qual se deparou.

Este tipo de estratégia terá que ser bem pensada e não dará para todos os suportes de comunicação, uma vez que poderá jogar os “bolds” com os tamanhos, cor e textura, considerando ainda que a disposição dos caracteres poderá estar ajustada à fluidez da marca. É muito específico e deverá ser para um suporte em que a pessoa observe sozinha. Acaba por ser muito pessoal, ainda que depois partilhe com alguém. Ousa atingir o nível de “arte”.

Um bom exemplo é o Relatório de Contas Anual, para as empresas que ainda têm o hábito de o fazer, por exemplo. Ainda que muitas o façam em digital, um impresso com este modelo tendência poderá surpreender tudo e todos.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O RETRO ESTÁ DE VOLTA, MAS MAIS EVOLUÍDO

Este é um estilo que não é de todo desconhecido e tem vindo a perfazer muitos revivalismos ao longo dos últimos anos. Recorda-se do regresso de produtos como o Fizz Limão, o Fiat 500 e, por exemplo, óculos Rayban do tempo em que esta tinha parceria com as lentes Bauch&Lomb? Pois bem, a estratégia era replicar, apenas com algumas alterações, mantendo a chama viva.

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O que se tem vindo a verificar é que o Retro está de volta, mas mais hi-tech! O que isto quer dizer? Bom, acaba por ir buscar ideias passadas e adapta-las à tecnologia actual, melhorando a qualidade de vida ou simplesmente dar um boost futurista ao produto revisitado.
O novo 3310 da Nokia é exemplo disso assim como o mítico casaco da Levis conectado à Google.

designschool.canva.com

Jamais no nosso campo, no design, o mesmo acontece mas numa outra dimensão. A inspiração está na cor e no objecto ou dos produtos lançados entre os anos 70 e 90. Imagine que pretende comunicar um evento de música, mesmo que este não seja com música desta época!
A tendência é comunicar com elementos e cores da época referida. Qual a intenção? Será precisamente reviver, criar um sentimento de nostalgia e viagem no tempo que nos dê a possibilidade de experienciar momentos, acções ou eventos com esta linha, mas mais sofisticados e actuais.
Isto acontece porque o consumidor é diariamente bombardeado por vários conceitos aborrecidos, acaba-se por cansar e há que tornar a viver, os bons velhos tempos.